samedi 15 août 2009
mardi 11 août 2009
Ainda tenho medo das ventanias barulhentas
Ainda tenho medo dos temporais intempestivos
Ainda temo a mim
Ainda temo a felicidade porque a desconheço, nada mais
Ainda temo a morte.
Ainda temo o poder das dores que não aprendi a controlar
Ainda temo a vida.
Temo os desafios que inevitavelmente serão enfrentados
Temo meu estado de espírito
Temo não conseguir, mas temo mais ainda não querer conseguir, ou não saber ao certo o que conseguir.
Temo não saber viver.
Temo não ser o suficiente para o bastante.
Temo nunca mudar.
Ainda tenho medo dos temporais intempestivos
Ainda temo a mim
Ainda temo a felicidade porque a desconheço, nada mais
Ainda temo a morte.
Ainda temo o poder das dores que não aprendi a controlar
Ainda temo a vida.
Temo os desafios que inevitavelmente serão enfrentados
Temo meu estado de espírito
Temo não conseguir, mas temo mais ainda não querer conseguir, ou não saber ao certo o que conseguir.
Temo não saber viver.
Temo não ser o suficiente para o bastante.
Temo nunca mudar.
lundi 27 juillet 2009
"Para ter sucesso neste mundo não basta ser estúpido, é preciso também ter boas maneiras."
"Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem uma vez por ano."
"Feliz daquele que desfruta agradavelmente da sociedade! Mais feliz é quem não faz caso dela e a evita."
"A superstição põe o mundo em chamas, a filosofia apaga-as."
(Voltaire)
"Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem uma vez por ano."
"Feliz daquele que desfruta agradavelmente da sociedade! Mais feliz é quem não faz caso dela e a evita."
"A superstição põe o mundo em chamas, a filosofia apaga-as."
(Voltaire)
mercredi 1 juillet 2009
vendredi 26 juin 2009
Sê inteiro em tua fraqueza, e não ouse almejar o pingo de força.
Não ouse ser forte. Não tente ser forte. A força não existe. Não dentro de você.
A fraqueza ensina mais que a força, portanto alia-se a ela. Entrega-te a ela.
Sê fiel. Sê fiel consigo.
Sê fiel à essência que exala a cada pensamento.
Vou começar uma revolução. Contra mim mesma, e a favor da minha pessoa. Isso ao mesmo tempo, um tanto contraditório. Mas minha pior inimiga sou eu mesma. Eu sou uma parte minha que desconheço. Pior: às vezes me engano pensando que conheço. E isso me ilude. Sou uma incógnita que só faz se esconder e se reduzir com o cair do tempo, com o escorrer da vida. E às vezes o meu tom sério é pura ironia. E às vezes eu, inteira, sou ironia. Sou engano: não sou. Sou tudo; não sou nada. Não sou tudo, sou nada. Pra ser sincera, isso de não saber quem eu sou nunca me agoniou como agora. E eu não sei exatamente o porquê, mas preciso me decifrar. E enquanto não conseguir isso, corro o grave risco de sucumbir à procura de uma infinita busca que eu desconheço o final. Não sei ao menos se há final... Não sei ao menos se há resposta.
Não sei do que sou capaz.
Quanto mais me conheço e me descubro, mais sinto e vejo que eu sou tão extensa quanto um oceano. Quanto mais me enxergo, mais o horizonte se expande. Quanto mais entro em mim mesma para me explorar, mais possibilidades surgem e mais ampla me sinto. Creio que sou um ser infinito. Infinito de idéias, prazeres, sentimentos, descobrimentos, instantes. E principalmente o que me torna infinita é a insaciável sede de definir o indefinível, descrever o indescritível e traduzir o que até então foi mantido segredo.
É que tudo sentido é magia. E a minha prioridade aqui é decifra-la descrevendo-a.
Mas sempre tendo plena consciência de que, para escrever, antes é preciso haver o gozo, o prazer, a vontade realizada – ou não. Talvez.
Não sei do que sou capaz.
Quanto mais me conheço e me descubro, mais sinto e vejo que eu sou tão extensa quanto um oceano. Quanto mais me enxergo, mais o horizonte se expande. Quanto mais entro em mim mesma para me explorar, mais possibilidades surgem e mais ampla me sinto. Creio que sou um ser infinito. Infinito de idéias, prazeres, sentimentos, descobrimentos, instantes. E principalmente o que me torna infinita é a insaciável sede de definir o indefinível, descrever o indescritível e traduzir o que até então foi mantido segredo.
É que tudo sentido é magia. E a minha prioridade aqui é decifra-la descrevendo-a.
Mas sempre tendo plena consciência de que, para escrever, antes é preciso haver o gozo, o prazer, a vontade realizada – ou não. Talvez.
vendredi 19 juin 2009
Quando eu percebo que meus devaneios interceptaram minha única forma saudável encontrada para levar a vida da maneira menos drástica possível, eu realmente não sei mais o que fazer.
As vezes sinto que minhas crenças são de um valor equivalente ao lixo – minto: o lixo é ao menos reciclável... – tudo que eu creio conhecer através da minha própria percepção de mundo – ah, adquiri finalmente a minha própria concepção, algo de fato só meu – transgrediu, evaporou, se liquefez e escapou fúnebre pelo ralo da mais profunda dor.
Peço que a tristeza me possua de uma só vez ao invés de me submeter aos surtos repentinos e nada maleáveis que me atravessam de modo semelhante ao que uma faca adentra um coração. A única diferença é que não sinto o impacto no coração, e sim na alma, o que é obviamente pior e mais angustiante...Porque não se tem dor suficiente para morrer; é apenas uma dor insuportável com a qual o convívio é inevitável, e sem prazo para terminar, o que me faz acreditar no infinito – maneira mais infeliz (e descrente) de crer no infinito...
“Muitos temores nascem do cansaço e da solidão.”
As vezes sinto que minhas crenças são de um valor equivalente ao lixo – minto: o lixo é ao menos reciclável... – tudo que eu creio conhecer através da minha própria percepção de mundo – ah, adquiri finalmente a minha própria concepção, algo de fato só meu – transgrediu, evaporou, se liquefez e escapou fúnebre pelo ralo da mais profunda dor.
Peço que a tristeza me possua de uma só vez ao invés de me submeter aos surtos repentinos e nada maleáveis que me atravessam de modo semelhante ao que uma faca adentra um coração. A única diferença é que não sinto o impacto no coração, e sim na alma, o que é obviamente pior e mais angustiante...Porque não se tem dor suficiente para morrer; é apenas uma dor insuportável com a qual o convívio é inevitável, e sem prazo para terminar, o que me faz acreditar no infinito – maneira mais infeliz (e descrente) de crer no infinito...
“Muitos temores nascem do cansaço e da solidão.”
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