vendredi 30 avril 2010
(F. Nietzsche, Ecce Homo)
lundi 19 avril 2010
samedi 17 avril 2010
01h39
O que me faz feliz hoje? - eu me pergunto.
E pensar ao mesmo tempo em que há uma ausência de idealizações me soa como um “pensar limitado”. Mas idealização remete a um “anti-evolucionismo” porque traz consigo a idéia do futuro que nunca chegará, então todo o presente é anulado pelo pensamento enganoso de um suposto futuro sempre superior à condição atual.
Será possível pensar sem origens? Criar sem referências? Prosseguir sem antecedentes?
A sensação de felicidade talvez não exista sem aquele querer-mais, sem o gosto do implícito que virá amanhã ou depois...sem a noção de futuro – futuro esse pra sempre vai ser inalcançável.
Há uma necessidade de impossibilidades por tudo onde o ser individual transita, e é isso que move o mundo – caso contrário a perfeição reinaria e a evolução culminaria no avesso de si própria. O ciclo assim se fará. Ou não.
lundi 12 avril 2010
vendredi 2 avril 2010
Onde a compreensão faz-se ausente?
De que vale a insistência por flexibilidade
Onde o entendimento é inexistente?
A minha alma encontra-se carente de vontade
Meus órgãos vitais vão sofrendo metástases
A origem de tudo é o que transita pela mente
A destruição, agora é quase inconsciente
[A vaga idéia inata do amanhã me repugna]
A estampada idéia do hoje me cega
A idéia do ontem me enjoa
Para onde ir?
jeudi 1 avril 2010
31/03/2010
mercredi 24 mars 2010
vendredi 29 janvier 2010
Eu mudei dentro de um intervalo de tempo aparentemente longo e amplo, mas pra mim parece que foi ontem. Enxergo tão claramente o que eu era, e é tão brusca a diferença entre isso e o que eu me propus a ser agora, e vivo sendo nesse exato momento e nos últimos e próximos.
Hoje vejo em muitas pessoas o que fui ontem. Hoje vejo minha angústia tão abominável em mentes e corpos alheios – e é desconfortável e incoerente não sabê-los confortar.
Medo de ter me tornado o que até ontem me repelia completamente. Medo de ter me tornado uma conformada covarde devido às dores que já cansei de sentir. Medo de nunca mais sentir o que eu sentia antes quando escrevia tão facilmente e sutilmente.
Medo dessa fase ser apenas...um mero engano. Medo de todos os meus medos serem realidade. De repente uma nostalgia chegou a mil por hora e se apossou de mim.